Governo do Distrito Federal
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11/05/23 às 11h30 - Atualizado em 11/05/23 às 16h24

DF tem a menor taxa de fecundidade do país

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Levantamento mostra dados sobre o número de nascimentos na capital antes, durante e após a pandemia de COVID-19

 

Em alusão ao Dia das Mães, comemorado, no Brasil, no próximo domingo (14/5), o Instituto de Pesquisa e Estatística divulgou o “Informe Demográfico: Nascimentos e o Perfil das Mães no DF”, contendo dados sobre o número de nascimentos na capital antes, durante e após a pandemia de Covid-19.

 

Número de nascimentos – Entre os anos de 2011 e 2022, o número de filhos nascidos vivos de mães residentes no Distrito Federal apresentou uma considerável redução, principalmente no período pandêmico 2021 e no pós-pandêmico 2022. No primeiro ano avaliado esse quantitativo era de 43.469 mil, e no último ano do comparativo era de 35.136 mil, ou seja, menos 8 mil nascimentos nesse período.

 

A Taxa de Fecundidade Total (TFT) no DF entre 2011 e 2019 caiu 4%, já em 2021, essa porcentagem foi 2,5 vezes maior, onde aprendeu queda de 10%. Em 2022, o comportamento de queda seguiu persistente. No entanto, contraposto ao ano anterior (2021), foi de 7%.

Quando comparado a média nacional, a capital apresentou a menor TFT, em 2021. As taxas de fecundidade, nesse mesmo ano, em todas 27 unidades da federação variaram entre 1,45 (DF) e 2,40 (Roraima).

 

A fecundidade por faixa etária da mãe – Em todos os anos avaliados foi possível notar que houve um aumento no número médio de filhos de mulheres do grupo de 40 a 44 anos e redução nos de 15 a 19 e 20 e 24. Para de ter noção da diferença, entre as mães adolescentes de 15 a 19 anos a queda foi de 53%, passando de 50 para 24 filhos nascidos vivos a cada 1 mil mulheres. Por outro lado, o aumento para o maior grupo citado (40 a 44) foi de 23%.

 

Divisão de mães por Região Administrativa – A maior proporção de mães adolescentes entre 15 e 19 anos se encontram nas RAs de menor renda, como SCIA/Estrutural, Sol Nascente/Pôr do Sol e Varjão, enquanto a menor proporção para essa faixa etária é em regiões de renda alta, como Lago Sul, Sudoeste/Octogonal e Jardim Botânico. O mesmo comportamento se adequa para as mães de 20 a 29 anos.

 

Por outro lado, a maior concentração de mulheres de 40 a 44 anos com filhos nascidos vivos, estão nas regiões de alta renda (Lagos Sul e Norte, e Sudoeste/Octogonal). Assim como as mulheres em idade avançada para o período reprodutivo (40 a 49 anos).

 

Os partos – Segundo dados do Sistema de Informação sobre nascidos vivos do Ministério da Saúde, em 2022, 55,7% dos partos no Distrito Federal foram do tipo cesáreo. As regiões administrativas Lago Sul e Sudoeste/Octogonal foram as que mais aderiram às cesáreas. Nelas, mais de dois terços dos partos foram cirúrgicos com 69% e 66,5%, respectivamente. Se tratando do parto vaginal, conhecido popularmente como “parto normal”, as RAs com menores rendas, como Pôr do Sol/ Sol Nascente (59,3%) e SCIA/Estrutural (56,1%) se destacaram.

 

Acesse o Informe aqui: Nascimentos e o Perfil das Mães no Distrito Federal

 

Reportagem: Assessoria de Comunicação, IPEDF Codeplan

Foto: Tony Winston, Agência Brasília

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